28 janeiro, 2011

Vida com Deus

Como é maravilhoso ouvir a voz de Deus e estar no centro da SUA vontade!
Uma paz inacreditável invade o nosso ser  mesmo durante o período de turbulência!
A paz de Deus não é a paz do mundo, é algo surpreendente, suplime, completo. Experimente fazer a SUA vontade e sinta toda a liberdade de se entregar totalmente a Deus.
Obrigada, Jesus!!!!!

27 janeiro, 2011

Vivendo e aprendendo

Voltei a trabalhar semana passada e no dia 20 tive uma reunião que durou 6 horas. De tudo que foi dito, mostrado, pedido, planejado e desejado para o ano de 2011, o que mais me marcou foi uma palavra. Decidi compartilhar depois de pesquisei foi uma palavra nova que aprendi: RESILIÊNCIA!

A psicologia tomou essa imagem emprestada da física, definindo resiliência como a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, etc. - sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job (2003) que estudou a resiliência em organizações argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto de tomada de decisão entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer.
Tais conquistas, face essas decisões, propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano, condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.

Já o pesquisador George Souza Barbosa em 2006 defendeu sua tese apresentando a resiliência como um amálgama de sete fatores: Administração das Emoções, Controle dos Impulsos, Empatia, Otimismo, Análise Causal, Auto Eficácia e Alcance de Pessoas (Barbosa, 2006).

Administração das Emoções

  • Refere-se em relação ao fator Administração das Emoções à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que lêem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a auto regulação. Segundo esse autor, quando esta habilidade é rudimentar as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos, e, com freqüência desgastam no âmbito emocional aqueles que quem convivem em família ou no trabalho.

Controle dos Impulsos

  • Um segundo fator é o Controle de Impulsos, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema muscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente para a experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercem um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, sendo que esses sistemas estão vinculados à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O Controle de Impulso garante a auto-regulação dessas emoções, ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções.

Otimismo

  • Um terceiro fator é Otimismo. Nesse fator ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos.

Análise do Ambiente

  • Um outro fator é a Análise do Ambiente. Barbosa menciona que se trata da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presente no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro, ao invés de se posicionar em situação de risco.

Empatia

  • A Empatia é o quinto fator que constitui a Resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos). Barbosa descreve que é uma capacidade de decodificar a comunicação não verbal e organizar atitudes a partir desta leitura.

Auto Eficácia

  • Auto Eficácia, é o sexto fator que se refere à convicção de ser eficaz nas ações proposta. Barbosa argumenta que é a crença que alguém tem de que resolverá seus próprios problemas por meio dos recursos que encontra em si mesmo e no ambiente.

Alcance de Pessoas

  • O sétimo e último fator constituinte da Resiliência é Alcançar Pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas, sem receios e medo do fracasso. Barbosa reforça que é a capacidade de se conectar a outras pessoas com a finalidade de viabilizar a formação de fortes redes de apoio.

OS NOVOS RESULTADOS DAS PESQUISAS EM RESILIÊNCIA

De 2006 até agora (2010) as pesquisas de Barbosa possibilitaram ampliar os entendimentos sobre a resiliência. É vista como resultados de crenças determinantes que ao se organizarem em blocos são denominadas de Modelos de Crenças Determinantes (MCDs). Esses MCDs são estruturados desde a primeira infância. São crenças básicas que se aglutinam quando vamos conhecendo / aprendendo / experimentando os fatos da vida com aqueles que nos cercam. Esses MCDs quando organizados com uma base adequada, já desde cedo, capacitam a criança a aquilatar de forma simples e flexível suas convicções face as adversidades. Os MCDs são:

1 – MCD de Autocontrole. Capacidade de se administrar emocionalmente diante do inesperado. É amadurecer no comportamento expresso, uma vez que será esse comportamento que irá ser lido pelas outras pessoas.
2 – MCD de Leitura Corporal Capacidade de ler e organizar-se no sistema nervoso / muscular. É amadurecer no modo como lidar com as reações somáticas que surgem quando a tensão ou o estresse se tornam elevados.
3- MCD de Otimismo para com a vida Capacidade de enxergar a vida com esperança, alegria e sonhos. É a maturidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão está fora de suas mãos.
4 – MCD de Análise do ambiente Capacidade de identificar e perceber precisamente as causas, as relações e as implicações dos problemas, dos conflitos e das adversidades presentes no ambiente.
5 – MCD Empatia Capacidade de evidenciar a habilidade de empatia, bom humor e de emitir mensagens que promovam interação e aproximação, conectividade e reciprocidade entre as pessoas.
6- MCD Autoconfiança Capacidade de ter convicção de ser eficaz nas ações propostas.
7 – MCD Alcançar e Manter Pessoas Capacidade de se vincular as outras pessoas sem receios ou medo de fracasso, conectando-se para a formação de fortes redes de apoio e proteção.
8 – MCD Sentido de Vida Capacidade de entendimento de um propósito vital de vida. Promove um enriquecimento do valor da vida, fortalecendo e capacitando a pessoa a preservar sua vida ao máximo.
Cada um dos MCDs desenvolve resiliência em uma área da vida e o leque de todos eles juntos contemplam a vida de uma pessoa.

Bibliografia

  • BARBOSA, George. S. Resiliência em professores do ensino fundamental de 5ª a 8ª Série: Validação e aplicação do questionário do índice de Resiliência: Adultos Reivich-Shatté/Barbosa. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica). São Paulo: Pontifica Universidade Católica, 2006.
  • JOB, F. P.P. Os sentidos do trabalho e a importância da resiliência nas organizações. Tese (Doutorado em Administração de Empresas). São Paulo: Fundação Getúlio Vargas, 2003.

17 janeiro, 2011

Buscando respeito

Acabei de ler e assinar o abaixo-assinado online: «Contra Crimes Virtuais, Pelo Direito de Ser Gordo»
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=gordo
Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que você também pode concordar.
Assine o abaixo-assinado e divulgue para seus contatos. Vamos juntos fazer democracia!
Obrigada.

Fim de férias

Férias é muito bom, isso ninguém discute!
Mas voltar a tarbalhar é ótimo!

Uma pesquisa descobriu que "1/4 das pessoas sentem dores de cabeça, dores musculares, insônia, angústia e ansiedade quando as férias acabam", mas não devriam ser sintomas de se ter antes das férias?
E "mais de 2/4 afirmam que tomam ansiolíticos e antipressivos no dia a dia e principalmente quando voltam a trabalhar" - Essa informação foi dada pela rádio Itatiaia hoje de manhã e discutida, de forma muito bem humorada, pelos participantes do programa: Adorei!!!!!!!

Eu, particularmente, gosto muito de trabalhar,  de ter uma ocupação... Já estive doente e de licença por vários meses, tomando rémédios fortes. Mas gosto de ser útil, de conviver com as pessoas, de ter uma rotina, uma ocupação.... Amanhã volto a trabalhar aceleradamente e, claro, começo a programar e esperar as próximas férias!!!

Ao trabalho!!!!!

15 janeiro, 2011

Peso Ideal: isso existe?

Estou de bobeira navegando pela net e em vários sites encontro propagandas de medicamentos, chás, cápsulas que prometem emagrecimento rápido e sem seguelas, um milagre mesmo. E aí ví este post para calcular o peso ideal. É claro que não resisti e além de fazer o meu tive que colocar aqui pra vcs fazerem tbm. Atualmente eu não sei o meu peso mas, tenho certeza de uma coisa: está longe de ser o peso ideal proposto por essa "calculadora virtual"...... Não sou diabética, meu colesterol é normal, não tenho pressão alta e mesmo estando acima do peso estou saudável. Isso é que importa!!!

Chocolate é tuuuuuuudo!

Tem doce mais gostoso que chocolate? Claro que não!!!!

 Existem várias combinações perfeitas, afinal chocolate, branco ou preto, combina com tudo. Tudo messsssmo!

Frutas secas ou frescas, nozes, castanhas, amêndoas, avelã, flocos de arroz, com granulados, pimentas, com licores, côco... Simplesmente ao leite, purinho, purinho!!!

Seja lá como for é maravilhoso! Só quem ama chocolate, como eu, sabe do que eu estou falando. Pra mim ele cura até dor de cabeça e acho que isso deve ser um problema, mas pra mim é solução, rsrsrsrsrs! 

Estive numa linda festa fantasia de 15 anos e experimentei um chocolate delicioso, o melhor de tudo, super fácil de fazer e muito versátil. Achei que era complicado de fazer e como boa chocólota tive que perguntar a receita.  Nada mais do que o nosso famoso e tradicinal brigadeiro acrescido com a mesma medida de creme de leite após desligar o fogo. Aí é só mexer bastante e colocar na geladeira. Vc pode  servir individualmente em copinhos descartáveis, como calda para bolo e/ou sorvete ou anda como um found gelado, cheio de futas frescas cortadas em pequenos cubos.  Experimente e se delicie!!!!!

06 janeiro, 2011

Cebeça Oca

Acho que estou com a "Síndrome da cabeça oca", fico querendo escrever e não consigo. Isso me deixa nervosa e frustrada. Muitas vezes eu quero escrever algo mas, acho que não devo, minhas palavras podem ferir as pessoas e sei que posso me arrepender depois.  O pior é que me conheço, fico guardando, remoendo e de repente.... EXPLODO! Aí é melhor sair da frente, falo mesmo sem parar e, o que é pior, sem medir palavras e por mais que seja tudo o que eu estou sentindo, não tenho o direito de ferir ninguém. Isso me deixa muito chateada mas, me alivia. Mas tenhoaprendido que não sou perfeita. E isso é bom, muito bom!